3 M2050-238 1Y0-614 920-173 70-443 000-901 RH-302 1Z0-543 HP2-Z03 000-638 000-M61 642-416 642-874 642-887 642-889 646-206 2V0-621D 2V0-621 312-50v8 156-215.70 642-515 1Z1-532 C2060-220 000-M237 070-293 MB5-856 9L0-619 9A0-046 HP2-B110 ST0-050 4H0-435 NS0-320 CX-310-052 000-299 646-563 156-815.71 HP0-J65 000-856 000-SS2 1Z1-853 642-582 00M-638 70-620BIG5 HP2-Z08 083-640 50-888 000-056 RH202 HP3-X01 201-01 310-053 1Z1-528 FD0-210 1Y0-A14 000-784 642-583 644-344 300-208 HP2-Z15 VCP-511 70-551 9A0-150 000-938 000-S01 1Z0-515 1Z1-880 ASC-066 RH033 9A0-142 A2040-920 HP2-N41 000-704 HP0-045 642-780 HP0-S12 00M-647 070-500 000-609 1Z0-409 000-442 1T6-220 HP2-E37 220-604 000-314 1Z0-204 70-222 C2140-648 I40-420 50-654-(570A) HP2-K31 000-924 920-440 00M-513 000-874 C2020-205 070-502-VB-CN 920-199 M2040-725 70-219 922-111 070-484 000-J03 DP-022W MB3-215 EE0-513 HP0-790 090-077 9L0-611 1Z0-540 HP5-E01D 70-465 9A0-090 HP2-E49 000-551 000-N12 000-975 VCAW510 070-523-VB GCIA HP0-429 070-548-Csharp 70-573-Csharp FCNSP.v5 000-M233 DU0-001 050-854 650-298 9A0-082 070-562 JK0-801 250-312 HP3-C24 9A0-084 000-744 HP0-336 HP0-J45 500-051 920-325 810-420 000-191 P2170-037 920-448 1Z0-895 C2180-277 EE0-511 C2020-605 070-690 HP0-620 HP0-J67 PEGACSSA_v6.2 7003.1 000-647 070-299 3X0-204 650-472 000-M97 646-204 070-545-Csharp MB4-643 TB0-123 HP3-C30 920-502 C4040-109 1Z0-236 HP0-J10 M2180-646 8002 CUR-008 070-549

Exposições

joão tengarrinha - a festa do pensamento (waiting for yellow to turn blue)


Espaço 531
3 Março a 17 Abril 2007

João Tengarrinha (Lisboa, 1970) tem desenvolvido um corpo de trabalho centrado na prática do desenho, em que a folha branca surge como mesa de experiências em torno da forma, da textura e do movimento.

A presente série, no seguimento de trabalhos anteriores como Montparnasse Bienvenue (2005), debruça-se sobre um questionamento óptico do traço e do próprio desenho, da possibilidade ou impossibilidade de ver.

O desenho é assumido como uma série de acções, ou secções, sucessivas: primeiro o registo em grafite do desenho no papel, depois a disposição de uma camada de resina em cima do papel.

Mais do que um filtro de visionamento da imagem, a resina problematiza esse próprio visionamento, condicionando a sua apreensão. De uma forma agressiva, empurra contra o papel o fluxo do desenho, gerando uma tensão entre o movimento do mesmo e a dificuldade da sua apreensão pelo público.

A resina contribui também para uma maior fisicalidade do desenho, que assim ganha corpo, sugere tactilidade. O desenho entra no campo da objectualidade, questão reforçada pela montagem das obras no espaço.

Filipa Oliveira, Maio 2006

 
 
 

2015 GALERIA FERNANDO SANTOS

all rights reserved © web project see link